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Prisão no Amapá

Condenado por estupro de criança é preso em Macapá

Homem de 62 anos foi encontrado no bairro do Pacoval. Ele cumpria mandado de 14 anos por abusos ocorridos entre 2015 e 2018.

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Curadoria Nortícia
Amapá · AM
26 de mai. de 2026
publicado
2 min
de leitura · 456 palavras
Prisão de homem condenado por estupro em Macapá
Homem de 62 anos foi encontrado no bairro do Pacoval. Ele cumpria mandado de 14 anos por abusos ocor · Foto: Redação Nortícia

A Polícia Civil do Amapá prendeu um homem de 62 anos na tarde desta segunda-feira (25). A prisão aconteceu no bairro do Pacoval, na Zona Norte de Macapá. O suspeito cumpria mandado de prisão condenatório por crimes graves contra uma criança.

Ele estava foragido da Justiça após ser condenado a 14 anos de reclusão em regime fechado. A ação policial cumpriu o mandado e garantiu que o preso fosse encaminhado à unidade prisional adequada para cumprir a pena.

O Crime e a Condenação

Os crimes ocorreram entre os anos de 2015 e 2018. Segundo as investigações, a vítima tinha apenas 10 anos de idade quando começou a sofrer os abusos. O processo judicial correu à revelia do acusado após a fuga dele, culminando na sentença de 14 anos de prisão.

A relação do acusado com a família da vítima era de proximidade, o que facilitou o acesso à criança. Ele não era um parente de sangue, mas era conhecido como "avô de criação". Isso se deve ao fato de ele ser companheiro da avó da menina, vivendo na mesma casa e tendo a confiança dos familiares.

A Compra do Silêncio

Para perpetuar os abusos e garantir que a criança não contasse para ninguém, o homem utilizava uma estratégia de manipulação e suborno. De acordo com informações da Polícia Civil, ele oferecia presentes à vítima em troca de seu silêncio.

Os itens incluíam chocolates, bombons, joias e até maquiagem. Os abusos não aconteceram uma única vez, mas sim de forma recorrente durante o período citado. A conduta criminosa evoluiu de carícias indesejadas para atos de estupro, registrados em pelo menos três ocasiões distintas dentro da residência.

O homem aproveitava os momentos em que ficava sozinho com a criança para cometer os atos. A rotina da casa e a confiança depositada nele foram fatores determinantes para que a situação se prolongasse por tempo excessivo sem o conhecimento dos pais ou responsáveis diretos.

O Flagrante e a Fuga

A situação só veio à tona quando uma testemunha flagrou o suspeito e a vítima em uma situação de nudez dentro de um dos cômodos da casa. O homem tentou se justificar na hora, mas sua explicação não convenceu a testemunha.

Após o flagrante, a criança conseguiu relatar o que estava acontecendo para o pai. Com a denúncia feita, o suspeito optou por fugir, desaparecendo e não sendo mais localizado pelas autoridades. A avó da criança, ao tomar conhecimento dos fatos, rompeu o relacionamento com ele imediatamente.

Com a prisão cumprida agora no Pacoval, a justiça chega para um caso que marcou a infância da vítima. O trabalho da Polícia Civil foi fundamental para localizar o foragido e garantir o cumprimento da determinação judicial.

Com base em g1-ap.

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