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PF investiga fraude de R$ 34 milhões em operação em Porto Velho

Grupo suspeito de usar documentos falsos em empréstimos da Caixa é alvo de mandados em Rondônia.

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Curadoria Nortícia
Rondônia · AM
25 de mai. de 2026
publicado
2 min
de leitura · 364 palavras
Policiais federais cumprem mandados em Porto Velho
Grupo suspeito de usar documentos falsos em empréstimos da Caixa é alvo de mandados em Rondônia. · Foto: Redação Nortícia

A Polícia Federal deflagrou uma operação nesta segunda-feira (25) em Porto Velho. O objetivo é desmantelar uma organização criminosa acusada de movimentar valores expressivos por meio de fraudes bancárias. As investigações apontam que o grupo atuou desviando recursos da Caixa Econômica Federal.

O prejuízo estimado pela PF chega a R$ 34 milhões. O esquema teria funcionado entre os anos de 2021 e 2024. Segundo as autoridades, os suspeitos utilizavam documentos falsos para abrir contas correntes e contratar empréstimos de maneira irregular. A ação não se limita apenas aos executores diretos, mas alcança figuras dentro da estrutura bancária.

O Esquema na Caixa

Tudo começou após a direção da Caixa Econômica Federal detectar irregularidades em operações e acionar a polícia. As apurações revelaram um modus operandi complexo. Os criminosos utilizavam documentação fraudada para burlar a segurança do banco.

Um ponto crucial da investigação é a participação de pessoas ligadas a um correspondente bancário. Esses profissionais, que atuam como intermediários de serviços financeiros, teriam facilitado o acesso dos criminosos aos produtos bancários. O uso de "laranjas" e dados de terceiros também é linha de investigação para entender a extensão da quadrilha.

Mandados e Apreensões

Para desarticular o grupo, a Justiça Federal autorizou o cumprimento de dez mandados de busca e apreensão. As ordens foram executadas simultaneamente em endereços ligados aos investigados em Porto Velho. A ação foi coordenada pela Superintendência da PF em Rondônia.

Durante as diligências, os policiais recolheram provas materiais. Foram apreendidos documentos físicos, celulares, computadores e outros equipamentos eletrônicos. O material segue para análise técnica da perícia federal. O objetivo é encontrar indícios que comprovem a autoria e a materialidade dos crimes, além de mapear a extensão financeira dos golpes.

Próximos Passos

Os investigados agora respondem por crimes graves. As acusações incluem uso de documento falso, falsidade ideológica e estelionato. A polícia analisa se haverá necessidade de novas prisões preventivas ou conversão do flagrante em preventiva para os detidos em decorrência da operação.

O caso mostra a atuação constante da Polícia Federal no combate ao crime organizado no estado de Rondônia. As fraudes em bancos públicos impactam diretamente a economia e a confiança no sistema financeiro local.

Com base em g1-ro.

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◆ Repórter · Nortícia Política

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