Polícia analisa celulares no caso de José Arthur, desaparecido no Pará
Dois meses após o sumiço em Eldorado do Carajás, autoridades examinem dados de aparelhos e mantêm buscas pelo bebê.
O caso do bebê José Arthur completa dois meses nesta terça-feira (26). A criança, de 1 ano e 6 meses, desapareceu na zona rural de Eldorado do Carajás, no sudeste do Pará. A família e a comunidade local aguardam respostas enquanto a Polícia Civil avança nos procedimentos técnicos.
O menino sumiu na noite do dia 26 de março. Ele estava brincando com primos na área externa da residência onde vivia. O local fica na Vila Peruana, próximo ao Assentamento Lourival Santana. A região é conhecida pela complexidade do terreno e fica a cerca de 650 km de Belém.
Buscas intensas
Nestes 60 dias, o esforço para encontrar José Arthur foi grande. Bombeiros, moradores da região e voluntários se uniram nas buscas. As equipes utilizaram cães farejadores, drones e até mergulhadores para vasculhar a área.
Apesar da mobilização, nenhum vestígio da criança foi encontrado até o momento. A geografia local e a vegetação da região serrana do Carajás tornam o trabalho de campo ainda mais difícil para as equipes de resgate.
Perícia e investigação
Além das buscas em campo, a investigação policial segue em andamento. A Polícia Civil informou que agora está focada na análise pericial. Celulares apreendidos em abril passaram por extração de dados e estão em fase de exame.
As autoridades já ouviram mais de 25 pessoas durante as investigações. Dois suspeitos foram detidos ao longo do período, mas as informações levantadas ainda não levaram ao localização da criança. A expectativa é que o conteúdo dos aparelhos possa fornecer novas pistas sobre o que aconteceu naquela noite.
O caso segue aberto e monitorado de perto pela sociedade paraense. A prioridade continua sendo o encontro de José Arthur com vida e o esclarecimento dos fatos.
Com base em g1-pa.
Curadoria Nortícia
Equipe Nortícia · Manaus, AM. Cobertura jornalística independente do Norte do Brasil.
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