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PC bloqueia R$ 1,7 mi e apreende carro em operação contra tráfico no Tocantins

Ação da Polícia Civil cumpriu três prisões preventivas e apura suspeita de lavagem de dinheiro e venda de crack na região central do estado.

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Diego Câmara
Tocantins · AM
28 de mai. de 2026
publicado
1 min
de leitura · 280 palavras
Policiais da Civil realizam busca em veículo durante operação no Tocantins.
Ação da Polícia Civil cumpriu três prisões preventivas e apura suspeita de lavagem de dinheiro e ven · Foto: Redação Nortícia

A Polícia Civil do Tocantins deflagrou na manhã desta quinta-feira (28) a Operação Nocaute com o objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro na região central do estado. Foram cumpridos três mandados de prisão preventiva e doze de busca e apreensão nas cidades de Palmas, Porto Nacional, Paraíso do Tocantins e Chapada de Areia.

Segundo o inquérito que embasa a ação, o grupo atuava no comércio de crack e utilizava o sistema Pix para movimentar valores ilícitos. As investigações apontam que o principal alvo da operação é um homem de 28 anos, identificado pelo apelido de "Maguila", acusado de liderar a logística de distribuição da entorpecente para revendedores locais. A polícia apura que o investigado repassava drogas, que eram pagas via transferência bancária, para que outras pessoas revendessem.

A autoridade policial informou que a organização movimentou cerca de R$ 2 milhões nos últimos anos. Como medida de assegurar a reparação do dano e o êxito das investigações, a Justiça bloqueou R$ 1.740.595 em contas bancárias vinculadas aos investigados. Um veículo de luxo, avaliado em R$ 125 mil, também foi apreendido durante os mandados.

A Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) conduz as apurações. A PC-TO optou por não revelar os nomes civis dos detidos nesta fase inicial. Devido ao sigilo das identidades, não foi possível localizar as defesas dos investigados para manifestação sobre os fatos apurados.

Os presos devem ser conduzidos à audiência de custódia no prazo de até 24 horas para a avaliação da legalidade da prisão por parte do Poder Judiciário. O inquérito policial segue tramitando em segredo de Justiça para o mapeamento de possíveis integrantes restantes da quadrilha.

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◆ Repórter · Nortícia Segurança

Diego Câmara

Equipe Nortícia · Manaus, AM. Cobertura jornalística independente do Norte do Brasil.

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